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Empresários e governo discutem prioridades para indústria 4.0

Foco é estimular empresas a adotarem uma agenda voltada para a inovação e criar ou fortalecer linhas de crédito específicas para iniciativas nesse sentido

Entre as ações consideradas urgentes para o Brasil estão a realização do leilão do 5G

O Conselho de Política industrial e Desenvolvimento Tecnológico (Copin) da Confederação Nacional da Indústria (CNI) reuniu nesta sexta-feira (21) representantes de indústrias de diversos setores e o secretário do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Serviços e Inovação, do Ministério da Economia, Gustavo Ene. Na pauta, o Plano de Ação da Câmara 4.0.


Com 54 ações, o desafio é priorizar aquelas iniciativas que gerem resultados objetivos no curto e no médio prazo, pois o aumento da produtividade é urgente e a indústria 4.0 é um caminho para isso. Os pilares são a sensibilização das empresas, principalmente as micro e pequenas; orientação para auxiliar as empresas a elaborarem planos de digitalização; e a abertura ou fortalecimento de financiamentos, como o FINEP Inovacred 4.0, para ajudar no desenvolvimento da indústria 4.0.


“Precisamos seguir as melhores práticas já implementadas no mundo para que a nossa indústria alcance um patamar tecnológico melhor. Devemos nos concentrar numa agenda que, de fato traga resultados no curto e médio prazo”, comentou o presidente do Copin, Leo Castro.

Entre as ações de responsabilidade do governo consideradas urgentes para o Brasil avançar nessa pauta, na área regularória, estão a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais; o estabelecimento, pela Anatel, de faixas de frequência para uso privado do 5G; e a realização do leilão do 5G.


Para o secretário Gustavo Ene, o trabalho conjunto entre governo e iniciativa privada é fundamental para o país avançar em questões estratégicas como o custo-Brasil e, consequentemente aumentar a competitividade..


Entre as propostas apresentadas no Copin, estava a criação de mecanismos para facilitar o acesso ao crédito para as empresas participante do Brasil Mais. “São indústrias que terão ganho de produtividade e maiores possibilidades de crescimento, consequentemente, reduzirão o risco do financiamento”, comentou o gerente-executivo de Política Industrial da CNI, João Emilio Gonçalves.


Ele destacou que desde 2015, a CNI faz uma série de estudos e avaliações para compreender a realidade da indústria 4.0. “Um dos nossos principais desafios é mostrar para as micro e pequenas empresas que indústria 4.0 também é para elas. Por isso a importância de ações de sensibilização”, comentou.


Por: Darse Jr.

Fonte e créditos de imagem: Agência CNI de Notícias



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