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Business Intelligence: Como a análise de dados auxilia as empresas

Designar o devido valor às informações disponíveis é o primeiro passo para criar uma cultura empresarial orientada à inteligência analítica.


Nos dias atuais, a informação representa um objeto de valor analítico inquestionável para o meio empresarial. Grandes companhias ditam suas operações e políticas de trabalho com base em dados coletados e analisados internamente, através de ferramentas que ajudam a selecionar e extrair o que há de mais vantajoso desses materiais. É justamente nesse sentido que entra o conceito de Business Intelligence (BI), conjunto de ações que visa uma interpretação mais assertiva sobre as informações disponíveis, simplificando processos de tomada de decisão e planejamento estratégico.


Tão importante quanto se estruturar um ambiente digital consolidado e sustentável é ter a maturidade operacional necessária para acompanhar o crescimento do fluxo informacional e explorar seus benefícios. O BI simboliza uma mudança abrangente de mentalidade e comportamento dos profissionais, abrindo espaço para oportunidades até então inesperadas ao olhar do gestor. Por isso, deve-se compreender a funcionalidade do termo e sua aplicação prática no cotidiano empresarial.


Como o BI se relaciona com a rotina de trabalho?


Na teoria, o Business Intelligence representa uma realidade operacional potencializada pelo uso inteligente dos dados. Em termos práticos, os profissionais passam a ter segurança para detectar falhas na origem dos problemas e maximizar a utilidade dos recursos, fomentando um hábito de racionalização que só favorece à redução de gastos desnecessários. Antes, a coleta das informações centralizava-se nas mãos do departamento de TI, com o BI, não é preciso aguardar a iniciativa de outros setores para realizar tal ato. O acesso é conduzido em tempo real e em qualquer área.


Ao contrário de modelos de análises semanais ou mensais, cuja confiabilidade é prejudicada pelo intervalo de tempo, trata-se de uma alternativa capaz de introduzir uma dinamicidade extremamente positiva no dia a dia das equipes, impactando a perspectiva estratégica do negócio como um todo.


Trunfo para o relacionamento com o cliente


Em tempos de Transformação Digital e um acesso facilitado à informação, os consumidores não estão alheios às novidades do mercado. Subestimar o poder de escolha e até mesmo o nível de exigência do público está fora de cogitação para os que buscam se firmar no segmento em que atuam. No entanto, como acompanhar e respeitar a evolução do usuário e o aumento nas demandas externas?


O BI proporciona uma análise completa e muito mais apurada do sistema de atendimento oferecido aos clientes, criando uma geração de insights valiosos para verificar o que está ou não funcionando no relacionamento comercial, sempre sob a premissa de solucionar os problemas em um curto espaço de tempo. Como resultado, a empresa terá à sua disposição os artifícios ideais para compreender o perfil do consumidor, facilitando uma aproximação benéfica entre ambas as partes.


Mais produtividade e melhores decisões


Se no âmbito das relações externas o Business Intelligence cumpre uma função de grande relevância, sua presença também impacta a produtividade dos profissionais. Com dashboards intuitivos e painéis de controle que elucidam uma visão ampla sobre todos os setores da empresa e a própria movimentação dos dados armazenados, fica muito mais fácil visualizar gargalos e pontos de atenção. Logo, será possível otimizar processos e simplificar a vida dos colaboradores.



Agilidade é uma palavra condizente com o futuro empresarial, não há como fugir desta afirmação. É praticamente obrigatória a construção de uma cultura corporativa reativa, isto é, preparada para enfrentar as adversidades sem maiores traumas.


Encerro o artigo enfatizando o papel do BI para a tomada de decisões assertivas e respaldadas digitalmente, de modo que as mesmas possam refletir na prevenção e o controle de possíveis crises, bem como a introdução de medidas inovadoras no quadro operacional. Com isso, a organização opta por conceder uma nova abordagem à presença da máquina, retirando melhorias fundamentais para o sucesso do negócio.


Por: Renato Halt, Co-Founder da b2finance e Head of SAP Business One

Fonte e imagem: InforChannel

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