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FIESC defende reindustrialização

Em evento que debate os desafios da pesquisa e inovação industrial e as oportunidades de financiamento, o diretor da entidade, José Eduardo Fiates, disse que o país passa por um momento único em termos de retomada da atividade do setor


Encontro foi realizado na UFSC, em Florianópolis (foto: Filipe Scotti)

Florianópolis, 3.11.2022 - Em evento que debate os desafios da pesquisa e inovação industrial e as oportunidades de financiamento na área, o diretor de inovação e competitividade da Federação das Indústrias (FIESC), José Eduardo Fiates, disse que a entidade tem trabalhado muito forte na temática da reindustrialização do estado e do Brasil. O encontro, realizado nesta quinta-feira, dia 3, na UFSC, em Florianópolis, é uma iniciativa da Fundação de Ensino e Engenharia de Santa Catarina (FEESC), IFSC e SENAI, além das unidades EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), localizadas na UFSC.


Fiates chamou a atenção para o contexto atual de pós-pandemia, guerra Ucrânia-Rússia e reorganização das cadeias globais, e salientou que o país passa por um momento único em termos de retomada da atividade industrial.


“Estão surgindo temas estratégicos no ambiente que não existiam anos atrás, como segurança alimentar, energia e mudanças climáticas, por exemplo. Existe um conjunto de tendências mundiais que nos provoca a ter reações no sentido de aproveitar uma oportunidade única no que se refere ao desenvolvimento industrial e tecnológico. Queremos estimular cada vez mais as ações integradas e que deem resultado”, declarou.



O diretor-presidente da FEESC, Luiz Felipe Ferreira, salientou que o evento é uma oportunidade para contribuir com projetos, ideias e soluções para a indústria e para a sociedade. “Não tenha dúvida que sairemos daqui com demandas e propostas e soluções colaborativas. Santa Catarina se caracteriza pelo seu potencial empreendedor e pelo seu setor industrial”, afirmou.


Em sua fala, o pró-reitor de pesquisa e inovação da UFSC, Jacques Mick, destacou a importância da conexão entre universidade e indústria. “Conhecemos os desafios da reindustrialização do Brasil. Temos feito uma série de ações para construir pontes e reforçar o vínculo entre universidade e sociedade”, ressaltou.


Ainda no evento, o coordenador de inovação dos Institutos SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados, Renato Simão, destacou o trabalho dos Institutos SENAI de Inovação, que são unidades EMBRAPII, e trabalham com pesquisa aplicada para a indústria. Só os projetos que contam com o apoio da EMBRAPII somam R$ 20 milhões, com foco em tecnologia de ponta, informou.


Fonte: FIESC



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