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O que esperar da agenda ESG em 2023?

ESG deve ganhar ainda mais protagonismo no que se refere ao papel das empresas como agentes transformadores


Em 2023, a agenda ESG deve ganhar ainda mais protagonismo no que se refere ao papel das empresas como agentes transformadores. Com a COP-27, tópicos como meio ambiente cresceram ainda mais na boca da população e há cada vez mais, consumidores em busca de soluções mais sustentáveis. Por isso, é urgente a necessidade da implementação de ações ESG.


Empreendedores comentam sobre o que esperar da agenda ESG em 2023:


Interesse dos investidores

Segundo Amure Pinho, fundador do Investidores.vc, este ano a plataforma acompanhou muitas startups dos setores de cleantech, energias sustentáveis e novos fundos de investimento como o da Votorantim, focados em soluções ESG e esse ponto deve permanecer no radar de investidores por pensarem em um futuro mais verde.


Mobilidade Urbana

A maneira como se entende a mobilidade urbana mudou muito com a chegada de novas tecnologias. Com soluções inovadoras, a mobilidade inteligente passa a ser essencial para garantir o cotidiano das cidades e ajuda a promover um futuro sem congestionamentos, que acaba interferindo diretamente na quantidade de pessoas que escolhem utilizar a tecnologia e deixar o carro em casa pensando ainda mais no meio ambiente.



ESG será o foco dos eventos em 2023

Para Tania Gomes, diretora de inovação da Ibrawork, a expectativa é que em 2023 os eventos realizados e apoiados pela empresa estejam focados em ESG. “Para o próximo ano, é possível prever que a agenda ESG estará na maioria dos eventos, especialmente aqueles que abrem espaço para palestrantes, discussões e painéis. Isso acontecerá porque não há desenvolvimento em qualquer setor sem considerar este tópico”, completou.


Compliance Ambiental

Debates sobre a implementação da agenda ESG têm estado cada vez mais presentes no mundo corporativo, e nunca se falou tanto sobre a importância da preservação do meio ambiente. Neste sentido, o compliance ambiental vem ganhando destaque dentro das corporações.


“2023 é o ano em que o controle de impacto ao meio ambiente estará na linha de frente de grandes empresas. Afinal, ninguém deseja relacionar a sua marca a atividades que podem causar danos à natureza, comprometendo a sua imagem e, ainda, correndo o risco de ser multado por órgãos ambientais”, comenta Eduardo Tardelli, CEO da upLexis.


Gestão de resíduos eficiente

“Por meio de nossa plataforma, as empresas conseguem acompanhar toda a rastreabilidade de seus resíduos, podendo utilizar a inteligência de dados para gerar melhorias em todo esse processo e auxiliar os clientes a reportar os principais indicadores de ESG, entre outros pontos. Acredito que devemos promover, cada vez mais, discussões relevantes sobre ESG e desenvolvimento sustentável nos negócios em nosso país”, diz Guiarruda, CEO da Vertown.



Construção Civil

De acordo com Vinicius Callegari, cofundador da GaussFleet, a digitalização de documentos, reduz drasticamente o volume de papéis utilizados e, consequentemente, a necessidade do corte de novas árvores.


“Além disso, quando as indústrias do segmento apostam na automação, muitas vezes por meio de IoT e geoprocessamentos, conseguem diminuir o índice de erros humanos, gerando insights mais assertivos para tomadas de decisões e, claro, ganho de performance e escala em campo”.


Atenção às leis de incentivo fiscal

“Em 2023, é possível que as leis de incentivo fiscal para iniciativas socioambientais sejam reforçadas. Entretanto, seu aproveitamento ainda é desafiador, porque é necessário realizar um diagnóstico e um mapeamento do potencial das empresas para que elas saibam como fazer uso desses incentivos”, diz Douglas Nicolau, CEO da Incentiv.me.


Economia circular

A economia circular aos poucos vem conquistando espaço, principalmente no ambiente empresarial e legislativo, afinal, diante de um consumo mundial mal distribuído e descontrolado, debater sobre o consumo consciente tornou-se inevitável. “Para 2023, empresários e investidores deverão ouvir e mapear atentamente estas novas gerações para entender e atender suas reais necessidades, com o objetivo de apoiá-las”, conclui Pamela Paz, CEO do Grupo John Richard.


Fonte e imagem: Startupi



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