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Projeto do IPT vai capacitar 250 ferramentarias com foco em exportação

Em parceria com a Fundep, Instituto de Pesquisas Tecnológicas prevê trabalho voltado ao fortalecimento da cadeia ligada ao setor automotivo

Midia Wix

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) está trabalhando com a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) no ‘Ferramentarias Brasileiras Mais Competitivas’. O projeto tem por objetivo a integração da indústria automotiva nacional às cadeias globais de valor, focando no fortalecimento da cadeia ferramental, no desenvolvimento da cadeia produtiva e, dessa forma, possibilitando que se tornem exportadoras.


Workshop realizado na quarta-feira (27) no campus do IPT, na capital paulista, apresentou as potencialidades do projeto, além de identificar as demandas tecnológicas do segmento e promover conexões para o desenvolvimento de trabalhos. O projeto faz parte do Rota 2030, programa federal criado em 2018 para estimular o investimento e o fortalecimento das empresas brasileiras do setor automotivo, por meio de metas mensuráveis, desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias e benefícios fiscais. Neste link há mais informações sobre o Rota 2030 e as linhas coordenadas pela Fundep.


A iniciativa com as ferramentarias tem a Fundep como coordenadora, o IPT como responsável técnico, e conta com o apoio de instituições de ensino e pesquisa, parques tecnológicos e entidades representativas. O objetivo principal é solucionar dificuldades de empresas com baixa produtividade e defasagem tecnológica.


“Nós temos o objetivo de desenvolver e capacitar 250 empresas da linha 4 do programa Rota 2030, que é o setor de ferramentarias, para que se tornem exportadoras”, afirma o diretor-presidente do IPT, Jefferson de Oliveira Gomes, ao IPT.


Recursos e resultados


Os recursos disponíveis para a execução do programa em cinco anos são de R$ 200 milhões. Cada um dos projetos será submetido ao crivo de um conselho e deverá ter a participação de, no mínimo, cinco ferramentarias e três fornecedores. Como se trata de um projeto nacional, a expectativa é ter um mínimo de 50 projetos de aplicação tecnológica e trabalhar basicamente nas regiões de Caxias do Sul, Joinville, ABC Paulista e Belo Horizonte.


Os projetos terão a duração máxima de um ano e o resultado final buscado será a produtividade, seja por meio da diminuição no tempo de fabricação de uma cavidade, por exemplo, ou da redução no tempo de fixação das peças. A comissão deverá eleger também de dois a três projetos estruturantes, ou seja, aqueles de risco – a maior parte dos projetos está voltada basicamente à aplicação.


Atualmente, existem 1.852 ferramentarias no Brasil. Para chegar ao número de 250 empresas preparadas para exportar, os coordenadores do projeto estimam trabalhar com cerca de mil delas durante o programa.



Por: Governo do Estado de São Paulo Fonte: Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade

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