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Qual é o papel do integrador da era digital?


Estudo do IDC aponta que em 2023 as empresas terão 40% de suas receitas com produtos e serviços digitais. As transformações, necessárias as empresas e negócios que precisam sobreviver aos novos tempos, principalmente com a pandemia da Covid-19 que migrou de forma definitiva os negócios para o mundo virtual, acentua de forma acelerada a necessidade do integrador de TI conhecer profundamente o negócio do cliente, a fim de orientá-lo de forma assertiva na jornada digital. O planejamento para investimentos nunca foi tão importante, principalmente para aqueles que desejam e estão atentos nesse novo momento, que exige olhar crítico para aproveitar as novas oportunidades.


O integrador de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação – TIC, se torna nos dias de hoje, uma das peças-chave no processo de reinvenção pelo qual as organizações estão passando, rumo à Era Digital. Inovação e mudanças nas corporações, envolvem desde melhoria de processos existentes e adoção de novas tecnologias para ganhos de eficiência operacional, até redução de custos e atendimento digital e automatizado das demandas do consumidor cada vez mais conectado. As oportunidades para parceiros comerciais de negócios são diversas e exigem preparo e conhecimento no suporte a Transformação Digital das companhias.


Ainda de acordo com a pesquisa do International Data Corporation (IDC), em resposta à pandemia, as organizações estão acelerando seus investimentos em digital, com crescimento anual em 16,5% previstos para o período de 2022/2024. Assim, a pesquisa aponta que pela primeira vez, a maioria das organizações empresariais (53%) tem uma estratégia de Transformação Digital, com um aumento de 42% em relação a apenas dois anos. Segundo dados da pesquisa, os níveis de investimento podem chegam a US$ 6,3 trilhões.


Há tempos, observamos que o integrador que só revende hardware e software está perdendo espaço no mercado. É imperativo assumir um papel consultivo no mercado, principalmente porque as organizações estão cada vez mais exigentes e esperam que esses parceiros entreguem soluções com valor agregado. Fato esse, necessário inclusive para retirar dos ombros dos diretores de TI o peso das demandas diárias e corriqueiras e assim, se concentrarem totalmente nos negócios que gerem valor à empresa.


A diferença entre o integrador consultivo e o tradicional é perceptível inclusive no movimento gerado pela Transformação Digital que obrigou os mesmos a realizar a migração de aplicações de TI em Nuvem, por exemplo, quase que dá noite para o dia. E quem estava atento aproveitou a oportunidade de mercado e aquelas com alta capacitação para atender as novas exigências de negócios cresceram em seus clientes.


Na era digital, destacam-se integradores com expertise em melhoria da eficiência operacional e gestão de riscos e fraudes, principalmente pelo setor financeiro.


O desafio de apresentar resultados para o negócio é também o que diferencia o integrador tradicional do novo integrador da era digital. É preciso estar atento para evoluir e crescer frente às mudanças que o cenário apresenta, seja econômico, sanitário ou de evolução tecnológica.


Por Sylvio Herbst, diretor comercial da 5F Soluções

Fonte e imagens: InforChannel

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